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O artigo 8º da Carta da Criança Hospitalizada reconhece que “A equipa de saúde deve ter formação adequada para responder às necessidades psicológicas e emocionais das crianças e da família”. Consulte os dois comentários a este artigo (PDF - 505 Kb), da autoria de Emílio Salgueiro, pedopsiquiatra, e de Maria Graça Andrada, pediatra. In Santos, L., Jorge, A., et al. (Ed. Lit, 2000) "Comentários à Carta da Criança Hospitalizada". Lisboa:IAC.
Comentários à Carta da Criança Hospitalizada - Artigo 2º Presença dos Pais O artigo 2º da Carta da Criança Hospitalizada reconhece que “Uma criança hospitalizada tem direito a ter os pais, ou seus substitutos, junto dela, dia e noite, qualquer que seja a sua idade ou seu estado”. Consulte os dois comentários a este artigo (PDF - 590 Kb), da autoria de Armando Leando, Juíz e atual Presidente da Comissão Nacional de Crianças e Jovens em Risco, e de Maria José Gonçalves, pedopsiquiatra.
In Santos, L., Jorge, A., et al. (Ed. Lit, 2000) "Comentários à Carta da Criança Hospitalizada". Lisboa:IAC.
"Porquê Brincar no Hospital?" (Santos, L., 2011) Brincar é essencial para a Criança. Deve ser reconhecido como uma necessidade específica do desenvolvimento, ao mesmo nível que comer e dormir. Sendo o brincar construtor da personalidade, permite à criança descobrir o mundo que a rodeia, descobrir as causas e as consequências, encontrar o seu lugar no mundo e aí desempenhar um papel que se modifica ao longo do seu desenvolvimento. A atividade lúdica em pediatria tem características próprias, diretamente ligadas à situação de hospitalização. Consulte o artigo completo (PDF - 810 Kb) |