Testemunhos

 
 
Testemunhos de alguns sócio-fundadores do IAC: Dr. Sérgio Niza, Dra. Luísa Ducla Soares, Dra Natália Pais, Dr. António Torrado.
 
Gravação realizada pelos alunos de Vídeo da Escola Profissional de Imagem- EPI, em 2010.

MAIS TESTEMUNHOS...

Tendo conhecimento de que o Instituto de Apoio à Criança foi proposto como candidato à atribuição do III Premio Rey de España de Derechos Humanos manifesto, com muito gosto e honra, o meu total apoio a essa candidatura.

O Instituto de Apoio à Criança é, há 25 anos, uma instituição de referência ética, cultural, científica e social excelente, em Portugal e em Países de expressão portuguesa, com reconhecimento internacional, na promoção e protecção dos direitos da criança, ao nível do pensamento, da divulgação e da acção.

Dirigida pela sua distintíssima Presidente, Exma. Drª Manuela Eanes, com excepcionais competência, espírito de solidariedade e de serviço, sentido de futuro, capacidade de comunicação, de inovação e de estímulo a intervenções transdiciplinares e interinstitucionais proficientes e generosas congregando um vasto número de personalidades e de técnicos de grande qualidade, o Instituto de Apoio à Criança foi e continua a ser pioneiro em diversificados projectos e iniciativas de interesse muito relevante para o progressivo radicar de uma nova cultura da criança fundada no seu reconhecimento como sujeito autónomo de direito.

Inspirado num profundo ideal humanista, a partir de uma concepção actual dos direitos humanos como aquisição civilizacional plena de virtualidades, o Instituto de Apoio à Criança intenta e consegue demonstrar como é possível perseguir com o maior êxito possível a concretização desse ideal na vida da cada criança.

Fá-lo a partir de um leque vasto de actividades de muita qualidade, que abrangem domínios variados, desde, entre outros, a informação, a sensibilização, a formação, a avaliação, a investigação, até à intervenção no terreno no âmbito, por exemplo, da actividade lúdica, da mediação escolar, da humanização dos serviços de saúde infantil e juvenil, da detecção e encaminhamento de violações dos direitos humanos das crianças, da problemática das crianças desaparecidas, da protecção das crianças de rua.

Armando Acácio Gomes Leandro
Profissão: Juiz Conselheiro Jubilado do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal
Cargo que exerce: Presidente da Comissão Nacional de Protecção das Criança se Jovens em Risco.

 

Em 1982, João dos Santos publicou um livro que intitulou “A caminho de uma utopia…Um instituto da criança”.

Como o próprio João dos Santos conta nesse livro, a ideia de um Instituto da Criança já datava de 1974, ano de todas as esperanças. Tinha surgido num grupo de trabalho sobre protecção materno-infantil.

Pretendia ser ‘um organismo não estatal destinado a promover o estudo da evolução infantil no contexto de uma organização familiar e social em constante transformação’.

Em 1983 nasceu o Instituto da Criança, em que se intercalou a palavra ‘apoio’ – palavra talvez desnecessária, pois que interesse poderá haver em relação às crianças que não seja o apoiá-las? De qualquer modo, o impacto que o Instituto de Apoio à Criança adquiriu na sociedade portuguesa talvez ultrapasse o que teria conseguido se a designação fosse só a de Instituto da Criança.

O grupo dos sócios fundadores – onde figurava, em primeiro plano, como não podia deixar de ser, o próprio João dos Santos – integrava um grupo de personalidades de grande qualidade ética e técnica, interessadíssimas no bem-estar das crianças e das famílias. Neste grupo, destacou-se, desde o primeiro momento, pelo seu empenho, dedicação e capacidade de organização e realização, a Dra. Manuela Eanes.

Não pode deixar de causar admiração e orgulho, o que, nestes 25 anos, o Instituto foi conseguindo fazer em prol das crianças e dos jovens necessitados de acolhimento, apoio e orientação. Tanto em acções directas junto a grupos de jovens em risco, como em acções de formação de novos técnicos que vieram alargar e aprofundar todas estas acções, o Instituto de Apoio à Criança, por mérito próprio adquiriu uma verdadeira importância e repercussão, não só nacionais, como internacionais.

Tornou-se num exemplo do que boas vontades reunidas em torno de objectivos claros e de qualidade em prol das crianças, conseguem fazer. Os relatórios do Instituto de Apoio à Criança são bem expressivos, tanto quanto à variedade de acções empreendidas, como quanto ao número de crianças já apoiadas.

Por tudo isto, e atendendo à continuidade da disponibilidade da Dra. Manuela Eanes e dos seus colaboradores para prosseguirem esta obra, concordo justificar-se inteiramente a candidatura do Instituto de Apoio à Criança ao III Premio Rey de España de Derechos Humanos.

Emílio-Eduardo Guerra Salgueiro
CARGOS: Presidente do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Infância e da Adolescência da Ordem dos Médicos; Professor Associado do Instituto Superior de Psicologia Aplicada de Lisboa, das cadeiras de Psicopatologia da Criança e do Adolescente; Psicanalista Didacta da Sociedade Portuguesa de Psicanálise; antigo Professor Auxiliar da Faculdade de Medicina de Lisboa, na cadeira de Pediatria; antigo presidente do Instituto Doutor João dos Santos – Casa da Praia.
Lisboa, 23 de Julho de 2008

 

Tem todo o fundamento a Provedoria de Justiça em avalizar a candidatura do Instituto de Apoio à Criança ao III Prémio Rei de Espanha de Direitos Humanos.

Enquanto Universitário – Professor, Investigador e Clínico – e, sobretudo, como Cidadão, quero formular todo o meu apoio a esta candidatura que representa, a meu ver, justiça de um mérito, a todos os títulos significativo.

É neste sentido que expresso, como testemunho, a minha mais profunda Admiração pela obra já realizada pelo Instituto de Apoio à Criança, certamente percursora do infinito que ainda faltará realizar porque são infinitas as necessidades irredutíveis da criança.

O Instituto de Apoio à Criança, «sonhado» por João dos Santos ao dedicar-se, de forma tão erudita e sensível, aos Superiores Interesses da Criança, transcende a sua própria natureza de instituição de solidariedade social para alcançar o superior desígnio de um paradigma expresso por uma efectiva intervenção a favor da Criança.

Honra à Presidente do IAC, Dra. Manuela Eanes e a todos os seus colaboradores pelo seu pioneirismo e devoção a tão grande causa fazendo merecer à sua (que também nossa) Instituição, o galardão de um justo e devido Prémio.

João Carlos Campos Gomes-Pedro
Professor Catedrático, Coordenador das Disciplinas de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e Director do Departamento da Criança e da Família do Hospital de Santa Maria.
Lisboa, 2008-07-15

 

O pedopsiquiatra Dr. João dos Santos--- um dos meus mestres e profissional muito marcante na formação de muitos técnicos de Saúde Mental em Portugal--- sempre teve a “utopia” da criação de um Instituto da Criança, entidade que considerava crucial para a defesa da causa dos mais novos. Em 1983, o seu sonho tornou-se realidade, com a criação do Instituto de Apoio à Criança (IAC), que desde sempre contou com o entusiasmo, perseverança e humanismo da sua fundadora, Dra. Manuela Ramalho Eanes.

Ao longo destes cerca de 25 anos, o IAC teve uma acção notável na defesa dos direitos das crianças portuguesas, que se manifestou de muitos modos: desde a divulgação dos direitos das crianças, ao trabalho no terreno junto de menores em risco e em perigo e à intervenção junto de escolas e de instituições para jovens. A sua acção caracteriza-se por um elevado sentido de participação cívica dos seus técnicos e por uma atitude de cooperação com outras organizações similares, quer nacionais quer estrangeiras.

Entre as muitas iniciativas que organizou, destaco a criação da Linha SOS Criança, a luta pela humanização dos hospitais, o trabalho com crianças de rua e a criação, em muitas escolas, de equipas de mediação escolar, arma essencial para o combate ao insucesso e abandono escolares.

O IAC é hoje um parceiro essencial para todas as iniciativas que visem lutar pela saúde e segurança das crianças e adolescentes em Portugal, como se pode verificar pela sua presença constante em reuniões científicas sobre o tema.

Pelas razões expostas, sou de opinião que se justifica plenamente a atribuição do III Premio Rey de España de Derechos Humanos ao Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Daniel Sampaio
(Daniel Sampaio, Professor Catedrático de Psiquiatria e Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Lisboa, Fundador da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar)
Lisboa, 21 de Agosto de 2008

 

DECLARAÇÃO

Convictamente, cumpro o dever de manifestar o meu apoio incondicional à candidatura do Instituto de Apoio à Criança (IAC) à atribuição do III Premio Rey de España de Derechos Humanos.

O IAC é uma referência incontornável no panorama das instituições portuguesas que se dedicam à tarefa nobilíssima de ajudar as crianças mais vulneráveis, e fragilizadas, por circunstâncias adversas das suas vidas.

Importa ficar registado que, além de se devotar à causa das crianças desvalidas com exemplar generosidade, o IAC o faz também com o mais apurado sentido de exigência e de rigor. O sentido de humanidade que inspira toda a sua actividade faz do Instituto um marco ético generalizadamente admirado na forma como desempenha a sua missão que é credora de justo reconhecimento público.

Mas as instituições não são entidades abstractas. Elas dependem de pessoas: dedicadas, competentes, mobilizadoras.

No caso em apreço, e ao longo dos seus 25 anos de existência, o IAC deve tudo à personalidade ímpar da Senhora Doutora Manuela Eanes. A ideia, a iniciativa de criação do Instituto, a criação das redes de cumplicidade, o entusiasmo contagiante, a liderança competente, a inesgotável energia, o sentido superior de missão, a constância nos momentos difíceis, a humildade nos momentos de glória, são alguns dos atributos de uma personalidade que deixa marcas indeléveis na alma do IAC.

A sociedade civil portuguesa ficaria sensivelmente mais empobrecida na ausência do IAC e sentir-se-ia profundamente honrada caso esta sua singular instituição viesse a ser galardoada com o emblemático Premio Rey de España de Derechos Humanos.

Roberto Carneiro
Professor Catedrático da Universidade Católica Portuguesa, antigo Ministro da Educação

 

TESTEMUNHO

Desde os seus primeiros passos, em 1983, que o Instituto de Apoio à Criança vem ocupando uma posição de grande destaque na afirmação dos direitos da criança, na imposição do dever de os reconhecer e respeitar, e no esforço de garantir, cada vez de forma mais conseguida, a sua promoção e a sua real protecção.

Sob o impulso e direcção de Manuela Eanes, o IAC tem sido, ao longo do tempo, bem o reflexo da imagem da sua Presidente, isto é, rigoroso na acção, profundamente sério nos seus propósitos, devotado na sua missão.

Centrando grande parte do seu programa no apoio às crianças e jovens em risco e em perigo, tem feito incidir os seus muitos e variados projectos concretos de intervenção, ora no acolhimento, ora na orientação de vida, ora na defesa da saúde e da tutela dos direitos da criança e seus familiares diante das instituições de saúde, ora ainda na integração social de jovens com dificuldades de inserção.

Numa visão plural e interdisciplinar, que valoriza o científico, o cultural e o social, sem alguma vez desprezar o afectivo, e a partir de uma atitude de princípio radicalmente humanista, que alimenta uma forte crença na humanidade e na capacidade modificadora da intervenção social e comunitária, o IAC tem desdobrado o seu trabalho com crianças e jovens em domínios tão diversos como os da saúde, da educação, da situação da criança desaparecida, agindo sobre as famílias, actuando directamente na rua, criando equipas de animadores, assegurando a representação daqueles que dela carecem, garantindo consultadorias, para citar apenas alguns.

Noutro plano, o IAC tem-se dedicado, de uma forma sistemática e sistematizada, a promover inúmeras acções de formação, nuns casos privilegiando a vertente técnica, noutros procurando agir junto da própria comunidade dos cidadãos, estimulando o conhecimento e convidando a uma reflexão e a uma acção mais globais perante as questões da infância e da juventude.

A cultura dos direitos que o IAC tem praticado e a projecção destes na criança concebida como sujeito de direito e de direitos, e respeitada na sua cultura própria como pessoa autónoma e completa, constituem, sem dúvida, motivo bastante para justificar um nosso incondicional aplauso à proposta de atribuição ao Instituto de Apoio à Criança, do III Prémio Rey de España de Derechos Humanos.

Álvaro Laborinho Lúcio
Juiz Conselheiro Jubilado do Supremo Tribunal de Justiça, Membro do Conselho Superior da Magistratura, designado pelo Presidente da República, antigo Ministro da Justiça.
Coimbra, 8 de Agosto de 2008

 

Vinte e cinco anos após o seu nascimento, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) é uma expressão de excelência. Excelência na génese, no propósito, na metodologia, na liderança, nas equipas que congrega. Excelência, enfim, no exercício exemplar de magistratura social: realizando, prevenindo, inovando, sonhando, humanizando. Numa palavra, amando!

Falando em excelência e exemplaridade, é imperativo falar na obra, talento, sensibilidade e capacidade de unir para vencer, da Senhora Dra. Manuela Ramalho Eanes. É impossível dissociar a obra da pessoa e a pessoa da obra. A “alma” do IAC muito deve a toda a sua capacidade e solicitude provindas de uma visão eticamente exemplar, radicalmente personalista e humanamente inexcedível no afecto pelos que não têm voz ou sofrem no silêncio da indiferença da sociedade.

A autoridade – a verdadeira e genuína autoridade – advém e robustece-se pelo exemplo, seja no plano pessoal ou institucional. Nunca resulta ou perdura pela mecânica imposição de normas exteriores por mais perfeitas que possam parecer. Só o exemplo persistente é que poliniza as boas práticas sociais e humanitárias e frutifica as sementes do futuro. É o que acontece há 25 anos no IAC.

Em resultado de uma linha de actuação tão serena quanto profunda, o IAC é uma ONG que soube conquistar a gratidão de Portugal e o prestígio inabalável no meio internacional. Com todo o mérito o IAC é uma sólida instituição em defesa da criança, combinando com mestria a generosidade, o voluntariado, a partilha, o profissionalismo, a exigência institucional, a investigação social, a multidisciplinaridade das respostas.

Perante a constatação de que o Estado não tem vocação afectiva nem inteligência emocional ou omnisciência social, a Sociedade precisa de organizações que possam substituir o primado da norma rígida pelo dom da sabedoria e partilha humanas.

Neste sentido, o IAC é hoje um património importante da Nação Portuguesa. Tem assentado a sua actuação nos princípios da solidariedade, da subsidiariedade e da proporcionalidade, procurando permanentemente uma resposta preventiva e dignificadora através da inserção educativa e social e da defesa intransigente da protecção dos direitos das crianças e jovens em risco. Sempre recusou uma visão redutora e falaciosa de uma abordagem de “posta-restante social” onde sempre se corre o risco de uniformizar o que exige diferenciação, de massificar o que supõe proximidade e personalização. Pelo contrário, tem pautado a sua acção por uma métrica de senso comum: a de ter em tudo medida e de nada ser medido por demasiado.

Centrada na defesa e promoção inabaláveis do superior interesse da criança, o IAC tem sido pioneiro no modo como conjuga em plenitude o triângulo da esperança: prever, prevenir e reparar. Prever enquanto atitude de inteligência. Prevenir como acto de discernimento. Reparar como expressão de justiça. Por tudo isto associo-me, através deste resumido testemunho, à candidatura do IAC à atribuição do III Premio Rey de España de Derechos Humanos, pois que o Instituto está indelevelmente associado à mais profunda e genuína expressão de promoção e protecção dos direitos humanos.

António José de Castro Bagão Félix, 60 anos, Economista.
Administrador de Bancos e Companhias de Seguros, Vice-Governador do Banco de Portugal, Secretário de Estado da Segurança Social, do Emprego e Formação Profissional, Ministro da Segurança Social e do Trabalho, Ministro das Finanças e da Administração Pública, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, professor catedrático convidado. Exerceu ou exerce, ainda, funções em órgãos sociais de instituições de solidariedade social (União das Misericórdias, Caritas, Associação de Paralisia Cerebral, Associação de Crianças Desaparecidas, Banco Alimentar contra a Fome).
Lisboa, 27 de Julho de 2008

 

Testemunho de recomendação da candidatura do IAC ao III Prémio Rei de Espanha de Direitos Humanos

Nascido em 1983 das ideias inovadoras do pedagogo João dos Santos, o Instituto de Apoio à Criança ocupa uma posição ímpar no âmbito das instituições que, em Portugal, se dedicam à promoção de iniciativas em defesa dos Direitos e do Bem-Estar da Criança.

Nos primeiros anos, o IAC desenvolveu as suas actividades nas instalações da Fundação Calouste Gulbenkian, o que nos permitiu acompanhar de perto o crescimento e a consolidação dos seus projectos. No quadro de alguns programas houve mesmo parceria entre duas instituições, designadamente na vinda de formadores estrangeiros, especialistas na área da actividade lúdica.

Em 25 anos de vida, o IAC procurou sensibilizar e estar desperto para os problemas que afectam as crianças e as famílias. Promoveu estudos e encontros, seminários e congressos, tanto a nível nacional como internacional, contribuiu para o debate e a reflexão em torno dos problemas da Infância, dos Direitos da Criança e os seus superiores interesses.

A Criança em Risco, vítima de abandono e de maus-tratos, sempre foi a prioridade nas intervenções do Instituto. A Humanização dos Cuidados de Saúde (com a Carta da Criança Hospitalizada), o Trabalho de Rua, que actua no terreno com crianças de comunidades de risco, numa tentativa de prevenir ou reabilitar comportamentos desviantes e percursos de vida negativos, a promoção e desenvolvimento de competências escolares e profissionais nas Escolas e junto das famílias, tornam o Instituto de Apoio à Criança uma instituição verdadeiramente única e excepcional.

Com o seu carácter inovador, dinâmico e flexível, capaz das mais diversas abordagens, o IAC tem contribuído para dar voz às necessidades mais prementes das populações vulneráveis da sociedade portuguesa, para dar rumo e ajudar a construir novas trajectórias de vida.

Em resultado dum conhecimento muito próximo e profundo do que é o IAC, da sua intervenção multidisciplinar e do papel desempenhado no apoio e defesa dos interesses da Criança, acreditamos estar perante uma instituição com um modelo de intervenção que merece ser reconhecido.

Consideramos assim que a candidatura do Instituto de Apoio à Criança ao III Prémio Rei de Espanha de Direitos Humanos, instituído pela Universidade de Alcalá e pelo Defensor del Pueblo de Espanha, é o corolário do papel relevante na promoção e realização dos direitos humanos, dos valores, da democracia e da inovação que a instituição tem desenvolvido ao longo dos seus 25 anos de existência.

Isabel Mota
Administradora da Fundação Calouste Gulbenkian

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