25 de maio de 2018: Comunicado da Missing Children Europe e do IAC

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Press Release

25 de maio de 2018: Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

 

Crianças desaparecidas na Europa: 19% das crianças desaparecidas enfrentam alguma forma de abuso e exploração.

Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, comemorado a 25 de maio em todo o mundo, a Missing Children Europe lança o seu novo relatório estatístico «Números e Tendências das Crianças Desaparecidas em 2017».

O relatório apresenta a evolução e as tendências dos casos de crianças desaparecidas na Europa tratados pela Rede Internacional de Mediadores Familiares (http://www.crossbordermediator.eu/) e a rede europeia de Linhas de Apoio à Criança Desaparecida disponíveis através do número 116000, atribuído em Portugal ao Instituto de Apoio à Criança , desde a criação desta linha específica em 2004 (no âmbito da diretiva europeia).

Em 2017, a rede de linhas 116 000 recebeu 188 936 chamadas em toda a Europa (http://missingchildreneurope.eu/116000hotline).

19% das crianças declaradas desaparecidas nas linhas de atendimento, enfrentaram situações de violência, abuso, negligência e exploração. Os jovens em fuga são as principais vítimas pelas situações a que involuntariamente se expõem nos seus percursos de fuga ou na procura desesperada dos seus sonhos.

Em 2017, os jovens que fugiram ou foram expulsos de casa constituíram 57,2% dos casos de crianças desaparecidas relatadas às linhas 116 000, tornando-as consistentemente, ano após ano, no maior grupo de crianças desaparecidas por toda a Europa. (Por essa razão, vai ser esse o tema do Encontro da Missing Children Europe - “Runaways: Unseen and unheard”, que este ano terá lugar no dia 6 de junho no Parlamento Europeu).

Os raptos parentais constituíram o segundo maior grupo, com 23,2% dos casos.

Em Portugal, os dados do SOS Criança Desaparecida alinham-se com esta realidade, numa proporção ligeiramente superior os raptos parentais, de 32% e 51% para as fugas nacionais.

Embora as autoridades nacionais informem cada vez mais, e tenhamos conhecimento que existem milhares e milhares de crianças migrantes desaparecidas dos centros de acolhimento da Europa, sendo que muito poucos casos de desaparecimento de crianças migrantes não acompanhadas são, na verdade, denunciadas, quer às linhas 116 000, quer às autoridades policiais.

A subnotificação desses desaparecimentos e a falta de clareza sobre os papéis e responsabilidades em relação à prevenção e resposta a esse grupo muito vulnerável de crianças continua a ser uma questão preocupante.

Os raptos criminais representaram menos de 1% dos casos registados em 2017, como nos anos anteriores, enquanto os casos de crianças perdidas, feridas ou desaparecidas aumentaram em comparação com o ano passado, correspondendo a 14,3% dos casos.

1 em cada 6 casos de crianças desaparecidas tinha natureza transfronteiriça, mostrando a importância da cooperação internacional entre os governos, as linhas 116 000, os tribunais e outras autoridades de proteção da criança, particularmente as Autoridades Centrais de cada estado membro.

Em 2017, 46% das crianças desaparecidas comunicadas às linhas 116 000, foram encontradas no ano, um aumento de 4% em relação a 2016.

Salienta-se que embora tenha havido um aumento significativo no número de jovens encontrados (de 46% em 2016 para 59% em 2017), a maioria das crianças encontradas sem vida eram jovens em fuga.

Por outro lado a percentagem de crianças/jovens que fogem repetidamente aumentou de 15% em 2016, para 16% em 2017, o que nos deve conduzir a uma reflexão urgente sobre os problemas persistentes, quer nas famílias, quer nas instituições de acolhimento.

Na verdade as pesquisas mostram que quanto mais uma criança foge, mais vulnerável se torna, porque é forçada a usar estratégias mais arriscadas para sobreviver, como viver sem-abrigo, mendigar, prostituir-se. Daí que, o fenómeno das fugas esteja muito associado às exploração sexual de crianças.

Embora os governos nacionais garantam a maior parte do financiamento das linhas de apoio, as instituições que as gerem queixam-se que não tiveram acesso a financiamento das autoridades nacionais em 2017, pelo que a falta de recursos financeiros e humanos são os principais desafios citados repetidamente.

Embora estas linhas diretas tenham respondido a mais de 1,2 milhões de chamadas relacionadas com crianças desaparecidas desde 2011, a falta de financiamento estável e contínuo coloca as linhas 116000 em risco de encerramento.

O Instituto de Apoio à Criança, membro da Missing Children Europe, este ano irá realizar a sua XI Conferência sobre Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente no dia 29 de maio no Auditório do Centro de Estudos Judiciários.

©MCE & IAC 2018
Dados e esclarecimentos adicionais disponíveis:
IAC / SOS-Criança
Contacto preferencial – Coordenador, Dr. Manuel Coutinho
21 798 7410/15

Relatório do MCE (clique aqui)

Press Release (clique aqui)

missing children 2018 video

(Vídeo: clique na imagem) 

 

 

Dia da Internet Segura em 2018

portal pais 2018

Para celebrar o Dia da Internet Segura em 2018, o Facebook está a divulgar o seu Portal Parental ( Parent Portal)- um espaço onde os pais e cuidadores podem ter acesso a informação segura, bem como a todo o tipo de recursos desenvolvidos por peritos em segurança online, um pouco por todo o mundo. Acede a este portal!

Movimento 1 Euro

movimento 1 euro   movimento 1 euro 1

Tal como é do conhecimento de todos nós que uma das formas mais eficazes de prevenir e de intervir os maus tratos nas crianças e jovens, é sensibilizar esta mesma população para os seus direitos. Neste sentido, através de ações de sensibilização nas escolas, é possível contactar com as crianças e alertar para o que deve e não deve ser encarado como “normal”, no que toca à sua integridade física, emocional e moral.

Deste modo, o IAC, através do SOS-Criança, candidatou-se ao “Movimento 1 Euro”, da Associação Movimento 1 Euro. Com o apoio financeiro do “Movimento 1 Euro”, esperamos obter ajuda para a produção do material de divulgação da Linha SOS-Criança nas escolas, de modo a complementar e a enriquecer as nossas ações de sensibilização, distribuindo-o pelos alunos, por forma a cativá-los e a sensibilizá-los para estarem mais atentos aos sinais indicadores de que algo possa estar a perturbar o seu bem-estar e o bem-estar dos que lhes estão próximos. Assim, é possível intervir, cada vez mais cedo, nas problemáticas e evitar que apenas haja atuação quando as situações indesejáveis já se encontrem em estado avançado.

Neste sentido, vimos pedir a cooperação de todos para que possam votar na causa que é de todos nós.

https://movimento1euro.com/causas/causas-activas

Para poder votar, deverá preencher o formulário online através deste link, onde se encontram as instruções para tal:

http://movimento1euro.com/inscreva-se-aqui

10º aniversário da diretiva europeia que criou o 116 111

Para celebrar o 10º aniversário da diretiva europeia que reserva o 116 111 para as linhas de apoio à infância na Europa, o Child Helpline International vai lançar vídeos com histórias de sucesso que dão voz às crianças e que lhes dão o poder de revelar todo o seu potencial, mostrando o impacto positivo que este apoio tem na vida das crianças e jovens.

O vídeo chama-se "One voice, One number", "Uma voz, Um número"

Vídeo "One Voice, One Number":

diretiva 116000

 

Crianças Desaparecidas na Europa: Crianças que fogem de situações complicadas em casa

Por ocasião do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, celebrado a 25 de maio por todo o mundo, a Missing Children Europe (MCE) http://missingchildreneurope.eu/ lançou o seu relatório “Números e Tipologias de 2016”. Este relatório revela a evolução das tipologias que vão aparecendo nas diversas Linhas de Apoio 116 000 por toda a Europa.

O Instituto de Apoio à Criança faz parte do conjunto de ONG que em 2001 fundou a Missing Children Europe, Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e em 2004 criou uma linha específica no âmbito do SOS Criança para atendimento nestes casos tão complexos do desaparecimento e exploração sexual de crianças. Quando em 2007, a Comissão Europeia criou o número único europeu, o Ministro da Administração Interna, reconhecendo o trabalho do IAC nesta área, atribuiu ao SOS Criança  essa linha telefónica com o nº 116000, que é igual em todos os Países da União Europeia.

As Linhas de Apoio às crianças desaparecidas, associadas à MCE, estão acessíveis através do número 116 000 em 31 países da Europa. Desde 2015, esta rede de parceiros tem apoiado um número cada vez maior de crianças. Em Portugal, é o Instituto de Apoio à Criança que desde 2004 atende estas chamadas com uma equipa multidisciplinar disponível para prestar apoio emocional, psicológico e legal às crianças e suas famílias.

Em 2016 houve um aumento de 12% no que toca aos apelos recebidos de crianças, comparativamente ao ano anterior. Os contactos duplicaram devido a canais de informação como SMS, EMAIL e CHAT.

Em 2016, as fugas representaram 57% dos casos reportados às linhas 116000. Os raptos parentais foram o segundo grupo, com 23% dos casos.

De acordo com os relatórios divulgados pela UNICEF e INTERPOL, mais de 50% de crianças migrantes desaparecem dos seus centros de recolhimento na Europa em menos de 48 horas. Os casos de crianças migrantes aumentaram em 2% em 2015 e 7% em 2016. Os números poderiam ser maiores, mas a falta de clareza nos papéis e responsabilidades das autoridades na prevenção e resposta a este grupo particularmente vulnerável de crianças constitui uma grande preocupação, pois existe pouca proteção e resposta para os mesmos.

Os raptos criminais constituem menos de 1% dos casos reportados em 2016, enquanto que a tipologia perdidos/outra forma de desaparecimento constitui 13% do total das situações.

Um em cada cinco casos de crianças desaparecidas são de natureza transfronteiriça, revelando-se assim a importância da colaboração e cooperação entre os governos nacionais, as linhas de apoio, as forças policiais e outros serviços de proteção infantil, bem como com os mediadores de conflitos familiares internacionais.

Em 2016, 42% dos casos de crianças desaparecidas que foram reportados às linhas 116 000 foram encontrados no mesmo ano, número inferior ao de 2015, que foi de 46%.

Enquanto mais crianças foram localizadas nas outras quatro categorias (raptos parentais, crianças perdidas, crianças migrantes não acompanhadas) regista-se um decréscimo significativo no número de crianças em fuga que foram encontradas, de 57% em 2015 para 46% em 2016.

Também relevante é o número acrescido de crianças que fogem três ou mais vezes consecutivas. Isto chama a atenção para um grupo vulnerável de crianças e jovens cujos problemas, em casa ou com outras razões para fugirem, persistem após a primeira fuga.

As crianças, que fogem repetidamente, são forçadas a usar estratégias cada vez mais arriscadas para sobreviver, tais como dormir na rua e mendigar, expondo-se assim ao risco da exploração sexual.

As Linhas de Apoio de alguns países (Bulgária, Chipre, Grécia, Roménia, Sérvia, Eslovénia e Espanha) não receberam qualquer apoio financeiro dos seus governos nacionais em 2016. Noutros países, o financiamento das autoridades nacionais apenas suportou metade dos orçamentos necessários.

O financiamento é o principal desafio para a rede de Linhas de Apoio, que se deparam com o risco de falta de recursos humanos ou de ter de encerrar por não terem apoios e formas de subsistir.

As Linhas de Apoio 116000 responderam a mais de um milhão de apelos relativos a crianças desaparecidas desde 2011.

Em 2016, quinze Linhas de Apoio receberam um subsídio da Comissão Europeia, que teve início em meados de 2016 e que terá a duração de 24 meses.

Ler o relatório estatístico (números e tipologias) do MCE de 2016 :

http://missingchildreneurope.eu/Portals/0/Docs/Annual%20and%20Data%20reports/Missing%20Children%20Europe%20figures%20and%20trends%202016.pdf

 

Vídeos de campanhas do MCE pelo youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=ARTDAYLmIWE

https://www.youtube.com/watch?v=cAsm63Craik

Texto traduzido e retirado da Press Release do MCE para divulgação a partir de 25 de maio 2016

 

Para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o IAC leva a cabo mais uma Conferência. Este ano será a X Conferência Crianças Desaparecidas, que terá lugar na Assembleia da República, no dia 30 de maio.

Para aceder ao programa, entre no link:

 

http://www.iacrianca.pt/index.php/atualidades/noticias/item/878-x-conferencia-criancas-desaparecidas

 

TEXTO INTEGRAL para download

 

Projeto Viver na Incerteza - Estudo

O Instituto de Apoio à Criança está a colaborar com a Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa no âmbito do projeto de doutoramento da mestre Ana Tavares. O Projeto Viver na Incerteza pretende estudar como é que pais e  restantes familiares vivem após experienciarem o desaparecimento de uma criança ou jovem da sua família.

Neste sentido, solicitamos a colaboração de pais, irmãos ou outros familiares de crianças desaparecidas no preenchimento do questionário e /ou solicitação de entrevista, através do link http://projetovivernaincerteza.psicologia.ulisboa.pt/

Obrigado

Lançamento do livro CYBERBULLYING- um guia para pais e educadores contou com a participação de Manuel Coutinho, coordenador do SOS Criança do IAC

livrocyber

 

No  dia nacional de sensibilização para o Cyberbullying  que se assinalou a 21 de abril,  foi lançado em Lisboa, na FNAC do Colombo, o livro “CYBERBULLYING- um guia para pais e educadores" de autoria Sónia Seixas, Luís Fernandes e Tito Morais  e editado pela Plátano Editora.

O cyberbullying é um fenómeno emergente que está  atingir muitas crianças e jovens, no entanto, muitos de nós não estamos conscientes do impacto  negativo que esta agressão virtual, feita através do recurso às tecnologias de informação, está a causar às suas vitimas.

Este guia para pais e educadores é um excelente manual de boas práticas que, a partir de hoje, temos à disposição  para nos ajudar a conhecer, a compreender e a prevenir o fenómeno .

A sessão de apresentação do livro contou com o contributo de  Manuel Coutinho, psicólogo clinico, secretário - geral do Instituto de Apoio à Criança , coordenador do SOS - Criança e SOS - Criança Desaparecida .

livrocybertres

livrocyberdois

MEDIAÇÃO EM CONTEXTO ESCOLAR

seminario fev 2016

Seminário:
MEDIAÇÃO EM CONTEXTO ESCOLAR
com Melanie Tavares - IAC

25 de Fevereiro 2016 - 17.00h-21.00h
Escola Secundária Gil Eanes - Lagos
Inscrições: http://goo.gl/forms/C086VjwESp

SOS-Criança – Um telefone que de forma anónima, gratuita e confidencial já ajudou mais de 116 mil crianças!

O número de telefone gratuito 116111 (SOS-Criança/ Instituto de Apoio à Criança), trabalhou no ano passado 5799 novas situações relacionadas com crianças, jovens e famílias.

Das crianças apoiadas pelos técnicos da Linha Telefónica de Atendimento SOS-Criança, 54% pertenciam ao género feminino e 46% ao género masculino.

No que diz respeito à Problemática apresentadal, na rubrica falar com alguém recebeu 64% de apelos. Relativamente a questões gerais de prevenção e apoio recebeu 25% de pedidos. As crianças em risco surgiram em terceiro lugar com 20% apelos.   A negligência a crianças vítimas, surge em quarto lugar, com 18% de apelos. Os maus tratos físicos  na família surgiram em quinto lugar com 12%.  Os maus tratos psicológicos em sexto lugar com 9% de apelos. As questões da regulação do exercício das responsabilidades parentais, em sétimo lugar com 8% dos apelos.

Lisboa encabeça a lista dos seis distritos com maior número de ocorrências que receberam apoio do SOS-Criança do IAC.

No último ano, 47% dos apelos eram de Lisboa. De Viseu 19,5% de situações, do Porto 16%, de Setúbal 11%, de Faro 4% e de Aveiro 3%.

Relatório do SOS de 2014 (pdf)

FUNDAÇÃO VODAFONE LANÇA PLATAFORMA DIGITAL PARA JOVENS: DESIGN THE FUTURE

MJpena

A Fundação Vodafone e a Associação Better Future acabam de lançar uma plataforma online, que pode ser acedida via PC, smartphone e tablet, que tem como missão difundir o conhecimento e promover a literacia dos jovens portugueses ao nível das suas opções formativas, de forma a permitir a estes jovens uma escolha académica mais orientada aos seus gostos e aptidões.

Na fase de lançamento da plataforma Design The Future, estão disponíveis mais de 100 vídeos com entrevistas a reconhecidos profissionais, representantes de profissões de várias áreas, tais como medicina, engenharia, desporto, literatura, educação, jornalismo, música, entre muitas outras, que falam sobre as suas profissões e sobre as motivações que os levaram a escolher a vocação na qual hoje são uma referência. Os entrevistados partilham a sua experiência profissional, de modo a transmitirem informação necessária para que os jovens possam fazer escolhas mais conscientes e orientadas ao seu perfil, competênciase vocação, sempre em linha com as necessidades do mercado.

Este programa pretende contribuir para a melhoria do conhecimento dos jovens em relação às profissões existentes no mercado atual, bem como permitir disponibilizar informação sistematizada sobre as várias opções formativas existentes em Portugal, através das quais os jovens poderão ao longo do seu percurso desenvolver competências para o exercício de determinada profissão, designadamente informação sobre os cursos e respetivas instituições, provas de ingresso e médias de acesso.

Atualmente existem cerca de 440.900 jovens a frequentar o ensino secundário e 390.300 matriculados no ensino superior, no entanto, estima-se que metade dos estudantes que frequentam o ensino superior desiste do curso durante o 1º ano. Alguns estudos demonstram que tanto o abandono académico como uma parte da taxa de desemprego jovem advêm da falta de informação dos estudantes em relação aos cursos disponíveis no mercado e às respetivas saídas profissionais.

Como em todos os programas promovidos pela Fundação Vodafone, a plataforma Design The Future é inclusiva, permitindo a utilizadores cegos ou com baixa visão,aceder a todos os conteúdos disponibilizados através da mesma.

A Dra. Maria João Pena, assistente social no IAC, é uma das personalidades convidadas a falar da sua experiência profissional.

Link de acesso: http://designthefuture.pt/

 

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