Ramos Horta doa salário ao IAC

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José Ramos-Horta, representante da ONU para a Guiné-Bissau, decidiu entregar metade do salário ao Instituto de Apoio à Criança.

 

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Notícias Magazine: Entrevista ao Coordenador do SOS-Criança

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Entrevista do Notícias Magazine ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 17 de Março de 2013.

por Bárbara Cruz Fotografia de Orlando Almeida/Global Imagens

A linha SOS Criança recebe cada vez mais apelos de filhos preocupados com o emprego (e desemprego) dos pais. Manuel Coutinho, coordenador do serviço diz que é preciso tranquilizar as crianças, mas sem esconder as dificuldades. E defende que a crise também tem um efeito pedagógico.

Manuel Coutinho

Psicólogo clínico, coordenador da linha SOS Criança desde 1989 e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança desde março de 1999. Foi, durante mais de uma década, docente do ensino superior na Escola Superior de Tecnologia da Saúde e na Universidade Lusófona. Tem consultório em Campolide, Lisboa.

A linha SOS Criança (116111) tem recebido cada vez mais chamadas de crianças preocupadas com a instabilidade laboral dos pais. Este tipo de chamada já existia ou surgiu com a crise?

_O SOS Criança é um serviço específico, para problemas inespecíficos. Pertence ao Instituto de Apoio à Criança e, desde 1988, quando foi criado, já recebeu mais de cem mil apelos. Podemos dizer que já nos chegaram todo o tipo de problemas: sempre que a sociedade começa a pulsar de uma maneira diferente, essas realidades chegam ao SOS Criança. Por exemplo, quando apareceu a situação da Casa Pia, o SOS Criança recebeu muito mais chamadas sobre abusos sexuais do que até ali.

As chamadas acompanham as situações mediáticas, então?

_Exatamente. Sempre que se fala mais de pobreza, o SOS Criança também recebe maior número de situações ligadas à mendicidade e nós tentamos articular-nos com os serviços sociais, com as comissões de proteção, para dar uma resposta válida e atempada ao problema. Quando a sociedade começa a falar de crise económica, é claro que aumenta a preocupação sobre as famílias do ponto de vista socioeconómico. As pessoas ficam mais sensibilizadas, quer adultos quer crianças, e passam a ligar mais. Também é verdade que boa parte das chamadas que surgem são de crianças ou jovens que querem refletir sobre o assunto, porque passámos de uma sociedade em que sobrava quase tudo para uma sociedade em que começam a comer-se as sobras. E os jovens e crianças que viviam para ter, de repente, começaram a perceber que os bens materiais podem tornar-se escassos e os pais, que até agora tinham um emprego assegurado, podem deixar de o ter, de um momento para o outro. A crise também traz às crianças dos tempos atuais a noção de que é preciso poupar, que é preciso gerir com maior rigor os bens que temos ao dispor.

Essa noção ainda não existia?

_A crise faz que percebam que não podem ter tudo o que desejam e que, eventualmente, devem lutar e merecer ter as coisas.

E as chamadas que recebem, são de crianças cujos pais já perderam o emprego ou têm apenas o receio dessa situação?

_Quem nos procura, normalmente, são crianças que têm o fantasma de essa situação poder vir a acontecer-lhes. Crianças dos 10 aos 14 anos. Começam a mostrar mais esta preocupação, porque a vida delas, de alguma maneira, pode vir a ficar comprometida. E isto também significa que a crise atravessou todas as classes sociais. Mas as que me trazem maior preocupação são as crianças que já estavam numa situação de fragilidade e desceram ainda mais na escala das suas possibilidades. E aqui é que temos de estar atentos: além das chamadas que chegaram ao SOS Criança sobre este assunto, peço a quem souber de crianças que estão a passar dificuldades, que estejam a ser efetivamente privadas, que ligue para o 116111, o número gratuito do SOS Criança, para nos dizer onde estão essas crianças e famílias.

Como é que os pais que estão a lidar com a instabilidade no local de trabalho podem tranquilizar os filhos?

_As famílias estão a viver uma grande pressão social, um stress muito grande. Esta pressão vitima, em primeiro lugar, os adultos, que nem sempre conseguem contê-la. E depois, muitas vezes, perdem a tolerância, perdem a lucidez e deixam passar esta pressão para os filhos, o elo mais fraco nesta equação. Umas vezes não são compreensivos, outras não têm tanta paciência e chegam a agredir os filhos. Como se dizia no passado, «casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». A sensação de desconforto que a crise provoca é, às vezes, tão grave quanto a própria crise. Esta angústia cria muita ansiedade e leva os pais aos consultórios dos psicólogos, porque têm comportamentos desajustados com os filhos. Querem que eles estudem mais, que não brinquem, que levem a vida muito a sério. Estão tão preocupados, para que os filhos consigam estar munidos de mais informação, o mais estruturados possível, que por vezes esquecem-se de que são crianças e exigem-lhes demasiado. Temos de tentar serenar e conversar sobre outros assuntos. A bem da saúde mental, não devemos estar sempre com a lupa posta na situação de crise.

As chamadas que recebem também provam que, apesar de os pais pensarem o contrário, as crianças estão sempre alerta?

_As crianças são autênticas máquinas de filmar: absorvem tudo o que se passa à volta delas. Podem não compreender bem o que está a acontecer, mas sentem, e se não forem esclarecidas às vezes ainda ficam mais aflitas do que os próprios adultos. Os pais são os garantes da tranquilidade dos filhos, se não lhes transmitem segurança, provocam instabilidade no seu comportamento. Recebemos telefonemas de pais porque os filhos movimentam-se muito, estão desatentos, não querem comer determinados alimentos para que os pais não gastem dinheiro, etc. As crianças não verbalizam, somatizam, mostram pelo comportamento o que os adultos dizem pela palavra. E os pais não compreendem, porque não percebem que há uma relação entre aquilo que acontece ao país, às famílias, e a interação que estabelecem com os filhos.

Os pais devem conversar com os filhos sobre o que os preocupa?

_Os pais devem conversar com os filhos, efetivamente, sobre as suas preocupações. Se o pai está preocupado, angustiado, deve falar com os filhos, mas não se deve esquecer de uma coisa: tal como não damos um bife inteiro às crianças - partimo-lo para que possa ser ingerido mais facilmente -, quando damos esse tipo de informação devemos explicá-la à criança de uma maneira que ela possa compreender. Nunca de forma dramática. E sempre que possível deve falar-se de maneira informativa, explicar o quê, onde, como e porquê. De modo sereno, dizer que existe este problema mas não é só em Portugal, também em Espanha, Grécia e outros países da Europa. Explicar que as situações vão resolver-se mas, neste momento, temos de estar mais atentos, sem gastar tanta luz, tanto gás, tanta água. Dizer que «se calhar, não me deves pedir tantas coisas». Devemos sensibilizar os filhos, mas dar sempre a esperança de que as coisas irão melhorar.

É errado ocultar este tipo de problemas?

_Eu acho que as crianças devem estar a par das dificuldades e dos problemas do país e, obviamente, dos pais. Não devem viver num subsistema à parte. É preciso passar a informação. Mas com filtros, claro.

Defende que a crise tem de ser um assunto de adultos, não de crianças. Mas como é que um pai, desempregado, explica a um filho que este ano não vai poder ter presentes no aniversário, quando se calhar teve três presentes no ano passado?

_Depende da idade da criança. A partir do momento em que percebe as coisas, o pai e a mãe devem explicar-lhe serenamente, ainda que com alguma reserva, que neste momento não têm garantias de que as coisas possam continuar como no passado. E podemos acrescentar, talvez, que o passado estava errado, e que há comportamentos que devem ser corrigidos. Até do ponto de vista da alimentação, se há uma carcaça, deve ser comida até ao fim. Se não, tem de ser comida em duas vezes, não se come metade do pão e o que sobra vai para o lixo. Se a criança vir que os pais, em casa, fazem outro tipo de alimentação, aproveitam o que sobra em vez de atirar para o caixote, pode ser pedagógico. É importante explicar às crianças, não às que já não tinham nada, mas àquelas que tinham tudo, que estamos a corrigir uma situação. Dizer-lhes que não precisavam de ter dez brinquedos, chega-lhes um, mas que andávamos todos a achar que precisavam desses dez.

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Editora Teodolito oferece receita da venda do livro "Menino como Eu" ao IAC

 
  
A professora Luísa Moniz, destacada no IAC, SOS Criança, é a autora do livro Menino como eu.
O livro foi ilustrado por Rita Moniz, designer e editado por Carlos Veiga Ferreira na Editora Teodolito.
O livro é um gesto de solidariedade com todas as crianças sofredoras, pois através da história os meninos ficam a conhecer um serviço, que é um direito da Criança – o Direito à informação e a ter voz na construção da sua vida.
Os adultos ficam também a conhecer o SOS Criança e o IAC e ficam com uma responsabilidade acrescida, o sinalizar as crianças maltratadas ou com problemas.
As escolas beneficiam também deste Menino como eu pois salas como a do Marinho há quase por toda a parte.
Foi feita uma sugestão de guião de leitura que tem sido apresentada aos professores de algumas escolas, nomeadamente da Escola EB2,3 de Marvila, na Biblioteca Manuel Alegre.
A receita da venda (mil e setecentos euros) do Menino como eu foi entregue, como o primeiro donativo, em dezembro de 2012.
A autora, a ilustradora e o editor agradecem a todos quantos contribuíram para este donativo.
Luísa Lobão Moniz, Rita Moniz, Carlos Veiga Ferreira não escondem a sua satisfação por terem contribuído para uma causa tão nobre como a defesa dos Direitos da Criança e da implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança.
Que o livro continue a ser divulgado e adquirido por mais pessoas é o desejo de todos nós para que um novo donativo possa acontecer.
  
 
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Porquê o donativo?
  
  
Luísa Maria Lobão da Veiga Moniz, professora do ensino básico, destacada no Instituto de Apoio à Criança, mais precisamente no SOS Criança teve sempre um carinho especial pelo Instituto.
Contactou com o SOS Criança, em 1989, por causa de uma menina mal tratada que hoje constituiu uma família feliz e estruturada.
Desde que surgiu o IAC que desejou colaborar com esta Instituição, pois sempre deu aulas em escolas consideradas problemáticas.
Colaborou em várias iniciativas sendo que aquela que mais a marcou foi ”As Crianças sonham a Europa”.
Quis os acasos da vida que em setembro de 2010 tivesse sido destacada para o IAC.
Nas primeiras reuniões de equipa do SOS Criança, em que participou, sentia-se o desejo da equipa divulgar o número da linha mais perto das crianças.
Ofereceu-se para fazer uma história que pudesse ser lida e refletida pelas escolas e que divulgasse o SOS Criança.
A história foi do agrado da equipa e o Coordenador Dr. Manuel Coutinho deu-lhe toda a liberdade para avançar.
Pensou em fotocopiá-la e fazer um pequeno livrinho.
Contactou com o CEDI que lhe aconselhou um ilustrador, mas a tentativa saiu lograda.
Fez, então, um desafio à sua sobrinha,  Rita Moniz, que estava a acabar o curso de design, para o ilustrar, sabendo ela que não iria receber nada por esse trabalho, a não ser a satisfação de estar a contribuir para uma boa causa.
A ilustração foi avançando e foi do agrado do editor, Carlos Veiga Ferreira, da Teodolito que aceitou, de imediato, lançar-se também neste gesto de solidariedade e publicar o livro graciosamente.
Carlos Veiga Ferreira, numa reunião com o Dr. Manuel Coutinho, no SOS Criança, combinou e acertou detalhes sobre a edição do livro.
Foi, sem hesitação e com muito entusiasmo, que os três, editor, meu marido, ilustradora, minha sobrinha e a autora, eu, abdicaram de qualquer benefício material.
Do que não abdicaram foi da alegria de poderem ser solidários com as crianças que estão em sofrimento e que não sabem que não estão sozinhas no mundo, têm o SOS Criança para as ajudar.
Esta foi a motivação para a edição do livro “Menino como eu” editado pela Teodolito, ilustrado por Rita Moniz e escrito por mim, Luísa Lobão Moniz.
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Relatório do IAC/Mediação Escolar: cerca de 3600 alunos sinalizados no ano letivo de 2011/2012

Mais de 3.600 alunos de trinta agrupamentos foram sinalizados pelos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF)do IAC, no ano letivo 2011/2012, por apresentarem diversos problemas escolares e de comportamento.

A maioria dos alunos (31%) pertence ao primeiro ciclo, seguindo-se o terceiro ciclo (28%) e o segundo ciclo (27%).

A maioria (55%) dos alunos encaminhados são rapazes, o que poderá estar relacionado com "algum determinismo biológico e alguma modelação social e cultural", que os leva a exteriorizar mais facilmente a sua agressividade do que as raparigas.

Os dados indicam que foram identificadas 5.742 situações - uma média de 1,6 por aluno sinalizado -, das quais 3.304 relacionadas com problemáticas escolares e 2.438 com problemas de comportamento.

Mais de metade das situações (58%) relaciona-se com problemas escolares: desmotivação (14%), fraco aproveitamento escolar (14%), absentismo escolar (11%), dificuldades de aprendizagem (11%), retenções recorrentes (5%) e abandono escolar (3%).

Os problemas de comportamento abrangem 42% dos casos, dos quais 11% na sala de aula, 8% no pátio, 8% participações disciplinares, 6% agressividade, 5% violência verbal e 4% violência física.

"O abandono escolar apresenta-se como a problemática com menor incidência, o que poderá ser explicado pela constante intervenção junto das famílias e posterior articulação com os parceiros, nomeadamente com as comissões de proteção de crianças e jovens em perigo".

O relatório analisa a "problemática individual", a nível de "comportamentos desviantes, "exposições a situações de risco", "problemas de saúde" e ainda 21 casos de gravidez na adolescência e 32 problemas de legalização.

As situações de risco são as mais prevalentes (1.993 num total de 3.448 problemáticas assinaladas), sendo as mais relevantes a negligência escolar e a negligência afetivas (ambas com 12%).

Os "comportamentos desviantes" representaram 734 situações, num total de 3.448, destacando-se o consumo de tabaco (5%), seguido do consumo de álcool (3%) e do bullying agressor (3%).

Os problemas de saúde representam 20% das situações (728), com as perturbações do foro psicológico a terem maior peso (10%).

Mais de metade destas situações (51%) teve "acompanhamento sistemático" e 49% "acompanhamento pontual".

O relatório analisa também a situação das famílias, tendo-se verificado que "uma percentagem significativa", sobretudo a mãe, está em situação de carência socioeconómica e desemprego.

"A ausência da figura paterna é manifestamente evidente e transversal a quase todas as famílias".
CONSULTE O RELATÓRIO NA ÍNTEGRA.

Dicas de segurança para melhor proteger as suas crianças neste Verão!

A proteção das crianças é uma preocupação de todos e, no Verão, os perigos são acrescidos, pelo que nunca é demais lembrar algumas dicas que poderão minimizá-los. Para tal, deixamos-lhe  as Dicas de Segurança do Instituto de Apoio à Criança, em 3 vertentes: ENSINAR, PREPARAR E SUPERVISIONAR.
Consulte e faça download das Dicas de Segurança AQUI.
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IAC participa no XXII Workshop para a Sensibilização sobre a promoção de políticas intergeracionais

No dia 21 de junho, entre as 9h30 e as 17h00, realiza-se na Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento, em Lisboa, o XXII Workshop para "Sensibilização sobre a promoção de políticas intergeracionais", organizado pela PROSALIS - PROJECTO SAÚDE DE LISBOA.
Este evento conta com a presença da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, que participará na Mesa Redonda sobre " Reconhecimento da Família de Apoio a crianças, jovens e idosos /Formação dos prestadores nos cuidados a idosos".
Inscrições online através de www.prosalis.pt
Para mais informações, consulte o programa AQUI.
 

Agência Lusa divulga SOS CRIANÇA/IAC

A Agência Lusa divulgou que o serviço SOS Criança do Instituto de Apoio à Criança tem registado um acréscimo no número de pessoas que ligam devido a dificuldades económicas, tendo assinalado, em 2011,19 pedidos relacionados com a pobreza e 24 com a mendicidade.
"É verdade que cada vez mais pessoas estão a telefonar para o SOS Criança porque começa a sobrar-lhes mês e não sabem como gerir os recursos que têm", disse o coordenador do serviço, que falava à Lusa a propósito do 'Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância", assinalado em abril com iniciativas por todo o país.
A coordenar o serviço desde a década de 80, Manuel Coutinho contou que sempre houve crianças a "viver situações de crise e muita dificuldade".
"Desde sempre existiram crianças em que o cinto estava muito apertado e era urgente dar-lhe todas as condições: bem-estar físico, psíquico e social, mas também era importante que essas crianças não estivessem privadas de alimento", frisou.
Agora está a surgir uma situação nova: famílias que "antigamente" não eram abrangidas pela crise e começam agora a "sentir as dificuldades a baterem-lhe à porta" e, como consequência, as crianças são "privadas de algumas regalias que tinham anteriormente".
Contudo, vincou, "situações claramente de fome e de grande precariedade não estão a chegar, ainda, ao serviço SOS Criança".
Para o psicólogo, "é muito importante que as pessoas aprendam a viver com menos, mas também é muito importante que as escolas e as comunidades escolares se organizem no sentido de poder apostar num melhor serviço às suas crianças", nomeadamente na alimentação.
Desde que foi criada em 1998, a linha gratuita SOS Criança (116111) recebeu 74.500 apelos, dos quais 10.719 mereceram um "encaminhamento especial".
"Qualquer pessoa que saiba que há uma situação de perigo, de risco, uma situação de uma criança que está a ser negligenciada ou a sofrer qualquer tipo de maltrato, deve contactar o SOS Criança", apelou.
Em 2011, houve 398 casos de crianças em perigo que foram encaminhados para toda a rede social. Também foram registadas 375 situações de negligência, 221 de maus tratos físicos na família e 147 de maus tratos psicológicos na família.

IV Encontro do GAAF

O Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família do Agrupamento Escolar de Tramagal vai realizar o IV Encontro do GAAF, no dia 3 de maio de 2012, na Sociedade Artística Tramagalense.
O tema geral do IV Encontro é “Aposta +” e pretende-se que seja uma aposta positiva no contexto socioeconómico atual.
À semelhança dos anos anteriores o Encontro destina-se, entre outros técnicos, a psicólogos, assistentes sociais, professores, pais e encarregados de educação e a toda a comunidade em geral.
O Encontro iniciar-se-á às 9 horas com a receção aos participantes, terá alguns momentos culturais e contará com a participação dos seguintes oradores:
-Drª Cátia Peres de Matos- “Otimismo e criatividade”
-Drª Carmen Ludovino- “Violência no namoro”
-Dr. Paulo Sargento- “Só amor não basta?”
-Dr. Nuno Colaço- “Eu sei! Das crianças e dos jovens de hoje! Não sei dos de amanhã!”
Brevemente será divulgado o Programa, mas desde já poderá ser efetuada a inscrição no Encontro.
A  ficha de inscrição que deverá ser devolvida até ao dia 30 de Abril através de:
Fax:241899099
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correio:
Coordenador do GAAF do Agrupamento Escolar de Tramagal
Celso Silva
Rua 6 de Outubro, nº 3
2205-651 Tramagal

"Conversas com Pais" promovidas pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família do AE de Coruche

No âmbito das sessões do "Conversas com Pais" promovidas pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento de Escolas de Coruche, realiza-se uma sessão de esclarecimento sobre “Bullying” com a Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança,no dia 20 de Março às 18.00 horas, na Escola Secundária de Coruche.

A participação nas sessões é gratuita, mas requer inscrição prévia.

PROGRAMA e FICHA DE INSCRIÇÃO

 

Avenida da República, n.º 21 – 1050-185 LISBOA +351 213 617 880Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.