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25 Maio Dia Internacional das cCrianças Desaparecidas

Noticias - SOS Criança
Coimbra a Brincar 2014

codois

Pelo segundo ano consecutivo, vai decorrer de 28 de maio a 1 de junho, a iniciativa "Coimbra a Brincar 2014", promovida pela APCC (Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra). Várias instituições de Coimbra irão participar nas diferentes atividades, nomeadamente o IAC-Fórum Construir Juntos.

Este projeto pretende sensibilizar para a importância do Brincar e, embora considerando que a essência do Brincar está relacionada com a infância e que as crianças o fazem naturalmente, todos o devem fazer. Brincar faz bem a todas as idades!

Focalizar-se-á na dinamização de muitas atividades lúdicas em espaços públicos e privados, espaços verdes, museus, hospitais, escolas, lares e centros de dia, instituições do Município, incluindo bairros mais vulneráveis ou outros que se que iram associar, porque afinal o brincar, o partilhar, o riso… são a vida que nos faz crescer!

Veja o filme promocional da iniciativa:

Coimbra a Brincar | Promo 2014  

 
Conferência de lançamento do projeto "Vencerobullying"

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A ANESPO (Associação Nacional das Escolas Profissionais) promoveu a criação da plataforma online VenceroBullying, à qual poderão aceder através do link www.beatbullying.org e que está em pleno funcionamento desde o passado mês de março.

A sessão pública de apresentação deste projeto irá ser realizada no próximo dia 6 de maio (terça-feira) às 15 horas, no Centro Jean Monnet, em Lisboa, e conta com a participação da Dra. Melanie Tavares, coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, no painel de discussão.

 
IAC participa no Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância em Almada

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O Instituto de Apoio à Criança irá participar no Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância, em Almada, a partir de uma iniciativa da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco de Almada, nomeadamente através da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança que dinamizará várias ações sobre a Prevenção do Bullying em escolas do concelho. O IAC-CEDI estará também presente através da  Exposição Crianças no Mundo com Direitos  que  fará uma itinerância por IPSS de infância do concelho de Almada.

 
Encontro Regional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família

No próximo dia 5 de julho, pelas 9h00, realiza-se o Encontro Regional de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família de escolas TEIP de Lisboa e Vale do Tejo,  na Escola Básica e Secundária Passos Manuel, em Lisboa.O encontro é uma iniciativa conjunta do Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado e do ISCTE-IUL, que contará com diversos especialistas, e onde se pretende criar um espaço de aprendizagem e de partilha entre técnicos que desenvolvem atividade nestes contextos.

 

 A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança participará com uma comunicação sobre a temática "Os GAAF: O que são, de onde vêm e para onde vão?"

Para mais informações, consulte o PROGRAMA.

 

 

 
IAC auxilia menores em risco com equipas de rua

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(Para ver o vídeo clique na imagem)

"Ao longo de 30 anos, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) esteve na linha da frente na defesa de crianças ou adolescentes em risco. Através das equipas de rua, da linha SOS e de tantos outros serviços, o IAC mudou a vida de milhares de crianças em Portugal. A SIC dá-lhe a conhecer a história de Anabela Rosa. Atualmente é funcionária do IAC, mas na infância e adolescência foi acompanhada pelas equipas do instituto." *

*Reportagem vídeo da SIC de 24 de Maio de 2013

 

 
Campanha 25 de Maio de 2013 – Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

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Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.
A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.
Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos.
A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.
As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not.

 
Seminário Internacional de Educação "Ser Plenamente Criança"

No dia 25 de maio, Dia Mundial de África, realiza-se o Seminário Internacional de Educação "Ser Plenamente Criança", no auditório da Escola Tecnopolis de Lagos, entre as 9h00 e as 18h00.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança (IAC) participará neste seminário com a comunicação “Pelo Superior Interesse da Criança” no âmbito da temática “Direitos da Criança e Sociedade Civil”.

O seminário destina-se a professores, educadores, psicólogos e sociólogos de educação, técnicos de educação, agentes educativos e culturais.

PROGRAMA

 
II Encontro de Técnicos GAAF em Coruche

No dia 14 de maio de 2013, entre as 9h30 e as 17h00, terá lugar na Escola Secundária de Coruche o II Encontro de Técnicos GAAF  promovido pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento de Escolas de Coruche em parceria com o Instituto de Apoio à Criança (SOS - Criança/Mediação Escolar e Serviço Jurídico).

Este Encontro, que se destina a técnicos de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (e estruturas similares), assim como a técnicos de intervenção escolar e/ou social, abordará o "Papel da Mediação Escolar na Promoção do Diálogo Intercultural".

Consulte o PROGRAMA detalhado e faça a sua INSCRIÇÃO.

 

 
IAC participa na conferência sobre "Solidariedade Intergeracional numa sociedade em mudança"-ISCTE-IUL

No dia 29 de abril - Dia Europeu da Solidariedade Intergeracional - realiza-se a conferência "Solidariedade Intergeracional numa Sociedade em mudança", no auditório B203 no ISCTE -IUL, entre as 8h30 e as 16h00. Nesta conferência participa a Dra. Melanie Tavares do Instituto de Apoio à Criança, como membro convidado do Advocacy Group para as políticas intergeracionais, que abordará o tema " Família no envelhecimento ativo e na solidariedade entre gerações".

A entrada é gratuita.

PROGRAMA

 
Dra. Melanie Tavares participa no III Encontro de Técnicos - Sementes de Afetos

No dia 22 de março, realiza-se  no auditório do Instituto Superior de Gestão - ISG, em Lisboa, o III Encontro de Técnicos - Sementes de Afetos que aborda a "Crise Económica - Impacto na Família, Que oportunidades?" e conta com a participação da Dra. Melanie Tavares, coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, a qual apresentará exemplos de boas práticas no âmbito da Mediação Escolar.

Para mais informações, deve-se contactar a Junta de Freguesia da Ameixoeira, através do email Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

PROGRAMA

 

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Ramos Horta doa salário ao IAC

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José Ramos-Horta, representante da ONU para a Guiné-Bissau, decidiu entregar metade do salário ao Instituto de Apoio à Criança.

 

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Notícias Magazine: Entrevista ao Coordenador do SOS-Criança

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Entrevista do Notícias Magazine ao Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no dia 17 de Março de 2013.

por Bárbara Cruz Fotografia de Orlando Almeida/Global Imagens

A linha SOS Criança recebe cada vez mais apelos de filhos preocupados com o emprego (e desemprego) dos pais. Manuel Coutinho, coordenador do serviço diz que é preciso tranquilizar as crianças, mas sem esconder as dificuldades. E defende que a crise também tem um efeito pedagógico.

Manuel Coutinho

Psicólogo clínico, coordenador da linha SOS Criança desde 1989 e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança desde março de 1999. Foi, durante mais de uma década, docente do ensino superior na Escola Superior de Tecnologia da Saúde e na Universidade Lusófona. Tem consultório em Campolide, Lisboa.

A linha SOS Criança (116111) tem recebido cada vez mais chamadas de crianças preocupadas com a instabilidade laboral dos pais. Este tipo de chamada já existia ou surgiu com a crise?

_O SOS Criança é um serviço específico, para problemas inespecíficos. Pertence ao Instituto de Apoio à Criança e, desde 1988, quando foi criado, já recebeu mais de cem mil apelos. Podemos dizer que já nos chegaram todo o tipo de problemas: sempre que a sociedade começa a pulsar de uma maneira diferente, essas realidades chegam ao SOS Criança. Por exemplo, quando apareceu a situação da Casa Pia, o SOS Criança recebeu muito mais chamadas sobre abusos sexuais do que até ali.

As chamadas acompanham as situações mediáticas, então?

_Exatamente. Sempre que se fala mais de pobreza, o SOS Criança também recebe maior número de situações ligadas à mendicidade e nós tentamos articular-nos com os serviços sociais, com as comissões de proteção, para dar uma resposta válida e atempada ao problema. Quando a sociedade começa a falar de crise económica, é claro que aumenta a preocupação sobre as famílias do ponto de vista socioeconómico. As pessoas ficam mais sensibilizadas, quer adultos quer crianças, e passam a ligar mais. Também é verdade que boa parte das chamadas que surgem são de crianças ou jovens que querem refletir sobre o assunto, porque passámos de uma sociedade em que sobrava quase tudo para uma sociedade em que começam a comer-se as sobras. E os jovens e crianças que viviam para ter, de repente, começaram a perceber que os bens materiais podem tornar-se escassos e os pais, que até agora tinham um emprego assegurado, podem deixar de o ter, de um momento para o outro. A crise também traz às crianças dos tempos atuais a noção de que é preciso poupar, que é preciso gerir com maior rigor os bens que temos ao dispor.

Essa noção ainda não existia?

_A crise faz que percebam que não podem ter tudo o que desejam e que, eventualmente, devem lutar e merecer ter as coisas.

E as chamadas que recebem, são de crianças cujos pais já perderam o emprego ou têm apenas o receio dessa situação?

_Quem nos procura, normalmente, são crianças que têm o fantasma de essa situação poder vir a acontecer-lhes. Crianças dos 10 aos 14 anos. Começam a mostrar mais esta preocupação, porque a vida delas, de alguma maneira, pode vir a ficar comprometida. E isto também significa que a crise atravessou todas as classes sociais. Mas as que me trazem maior preocupação são as crianças que já estavam numa situação de fragilidade e desceram ainda mais na escala das suas possibilidades. E aqui é que temos de estar atentos: além das chamadas que chegaram ao SOS Criança sobre este assunto, peço a quem souber de crianças que estão a passar dificuldades, que estejam a ser efetivamente privadas, que ligue para o 116111, o número gratuito do SOS Criança, para nos dizer onde estão essas crianças e famílias.

Como é que os pais que estão a lidar com a instabilidade no local de trabalho podem tranquilizar os filhos?

_As famílias estão a viver uma grande pressão social, um stress muito grande. Esta pressão vitima, em primeiro lugar, os adultos, que nem sempre conseguem contê-la. E depois, muitas vezes, perdem a tolerância, perdem a lucidez e deixam passar esta pressão para os filhos, o elo mais fraco nesta equação. Umas vezes não são compreensivos, outras não têm tanta paciência e chegam a agredir os filhos. Como se dizia no passado, «casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão». A sensação de desconforto que a crise provoca é, às vezes, tão grave quanto a própria crise. Esta angústia cria muita ansiedade e leva os pais aos consultórios dos psicólogos, porque têm comportamentos desajustados com os filhos. Querem que eles estudem mais, que não brinquem, que levem a vida muito a sério. Estão tão preocupados, para que os filhos consigam estar munidos de mais informação, o mais estruturados possível, que por vezes esquecem-se de que são crianças e exigem-lhes demasiado. Temos de tentar serenar e conversar sobre outros assuntos. A bem da saúde mental, não devemos estar sempre com a lupa posta na situação de crise.

As chamadas que recebem também provam que, apesar de os pais pensarem o contrário, as crianças estão sempre alerta?

_As crianças são autênticas máquinas de filmar: absorvem tudo o que se passa à volta delas. Podem não compreender bem o que está a acontecer, mas sentem, e se não forem esclarecidas às vezes ainda ficam mais aflitas do que os próprios adultos. Os pais são os garantes da tranquilidade dos filhos, se não lhes transmitem segurança, provocam instabilidade no seu comportamento. Recebemos telefonemas de pais porque os filhos movimentam-se muito, estão desatentos, não querem comer determinados alimentos para que os pais não gastem dinheiro, etc. As crianças não verbalizam, somatizam, mostram pelo comportamento o que os adultos dizem pela palavra. E os pais não compreendem, porque não percebem que há uma relação entre aquilo que acontece ao país, às famílias, e a interação que estabelecem com os filhos.

Os pais devem conversar com os filhos sobre o que os preocupa?

_Os pais devem conversar com os filhos, efetivamente, sobre as suas preocupações. Se o pai está preocupado, angustiado, deve falar com os filhos, mas não se deve esquecer de uma coisa: tal como não damos um bife inteiro às crianças - partimo-lo para que possa ser ingerido mais facilmente -, quando damos esse tipo de informação devemos explicá-la à criança de uma maneira que ela possa compreender. Nunca de forma dramática. E sempre que possível deve falar-se de maneira informativa, explicar o quê, onde, como e porquê. De modo sereno, dizer que existe este problema mas não é só em Portugal, também em Espanha, Grécia e outros países da Europa. Explicar que as situações vão resolver-se mas, neste momento, temos de estar mais atentos, sem gastar tanta luz, tanto gás, tanta água. Dizer que «se calhar, não me deves pedir tantas coisas». Devemos sensibilizar os filhos, mas dar sempre a esperança de que as coisas irão melhorar.

É errado ocultar este tipo de problemas?

_Eu acho que as crianças devem estar a par das dificuldades e dos problemas do país e, obviamente, dos pais. Não devem viver num subsistema à parte. É preciso passar a informação. Mas com filtros, claro.

Defende que a crise tem de ser um assunto de adultos, não de crianças. Mas como é que um pai, desempregado, explica a um filho que este ano não vai poder ter presentes no aniversário, quando se calhar teve três presentes no ano passado?

_Depende da idade da criança. A partir do momento em que percebe as coisas, o pai e a mãe devem explicar-lhe serenamente, ainda que com alguma reserva, que neste momento não têm garantias de que as coisas possam continuar como no passado. E podemos acrescentar, talvez, que o passado estava errado, e que há comportamentos que devem ser corrigidos. Até do ponto de vista da alimentação, se há uma carcaça, deve ser comida até ao fim. Se não, tem de ser comida em duas vezes, não se come metade do pão e o que sobra vai para o lixo. Se a criança vir que os pais, em casa, fazem outro tipo de alimentação, aproveitam o que sobra em vez de atirar para o caixote, pode ser pedagógico. É importante explicar às crianças, não às que já não tinham nada, mas àquelas que tinham tudo, que estamos a corrigir uma situação. Dizer-lhes que não precisavam de ter dez brinquedos, chega-lhes um, mas que andávamos todos a achar que precisavam desses dez.

PDF

 
Dados Estatísticos do SOS-Criança 2012

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Documento de Trabalho

 
Editora Teodolito oferece receita da venda do livro "Menino como Eu" ao IAC
 
  
A professora Luísa Moniz, destacada no IAC, SOS Criança, é a autora do livro Menino como eu.
O livro foi ilustrado por Rita Moniz, designer e editado por Carlos Veiga Ferreira na Editora Teodolito.
O livro é um gesto de solidariedade com todas as crianças sofredoras, pois através da história os meninos ficam a conhecer um serviço, que é um direito da Criança – o Direito à informação e a ter voz na construção da sua vida.
Os adultos ficam também a conhecer o SOS Criança e o IAC e ficam com uma responsabilidade acrescida, o sinalizar as crianças maltratadas ou com problemas.
As escolas beneficiam também deste Menino como eu pois salas como a do Marinho há quase por toda a parte.
Foi feita uma sugestão de guião de leitura que tem sido apresentada aos professores de algumas escolas, nomeadamente da Escola EB2,3 de Marvila, na Biblioteca Manuel Alegre.
A receita da venda (mil e setecentos euros) do Menino como eu foi entregue, como o primeiro donativo, em dezembro de 2012.
A autora, a ilustradora e o editor agradecem a todos quantos contribuíram para este donativo.
Luísa Lobão Moniz, Rita Moniz, Carlos Veiga Ferreira não escondem a sua satisfação por terem contribuído para uma causa tão nobre como a defesa dos Direitos da Criança e da implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança.
Que o livro continue a ser divulgado e adquirido por mais pessoas é o desejo de todos nós para que um novo donativo possa acontecer.
  
 
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Porquê o donativo?
  
  
Luísa Maria Lobão da Veiga Moniz, professora do ensino básico, destacada no Instituto de Apoio à Criança, mais precisamente no SOS Criança teve sempre um carinho especial pelo Instituto.
Contactou com o SOS Criança, em 1989, por causa de uma menina mal tratada que hoje constituiu uma família feliz e estruturada.
Desde que surgiu o IAC que desejou colaborar com esta Instituição, pois sempre deu aulas em escolas consideradas problemáticas.
Colaborou em várias iniciativas sendo que aquela que mais a marcou foi ”As Crianças sonham a Europa”.
Quis os acasos da vida que em setembro de 2010 tivesse sido destacada para o IAC.
Nas primeiras reuniões de equipa do SOS Criança, em que participou, sentia-se o desejo da equipa divulgar o número da linha mais perto das crianças.
Ofereceu-se para fazer uma história que pudesse ser lida e refletida pelas escolas e que divulgasse o SOS Criança.
A história foi do agrado da equipa e o Coordenador Dr. Manuel Coutinho deu-lhe toda a liberdade para avançar.
Pensou em fotocopiá-la e fazer um pequeno livrinho.
Contactou com o CEDI que lhe aconselhou um ilustrador, mas a tentativa saiu lograda.
Fez, então, um desafio à sua sobrinha,  Rita Moniz, que estava a acabar o curso de design, para o ilustrar, sabendo ela que não iria receber nada por esse trabalho, a não ser a satisfação de estar a contribuir para uma boa causa.
A ilustração foi avançando e foi do agrado do editor, Carlos Veiga Ferreira, da Teodolito que aceitou, de imediato, lançar-se também neste gesto de solidariedade e publicar o livro graciosamente.
Carlos Veiga Ferreira, numa reunião com o Dr. Manuel Coutinho, no SOS Criança, combinou e acertou detalhes sobre a edição do livro.
Foi, sem hesitação e com muito entusiasmo, que os três, editor, meu marido, ilustradora, minha sobrinha e a autora, eu, abdicaram de qualquer benefício material.
Do que não abdicaram foi da alegria de poderem ser solidários com as crianças que estão em sofrimento e que não sabem que não estão sozinhas no mundo, têm o SOS Criança para as ajudar.
Esta foi a motivação para a edição do livro “Menino como eu” editado pela Teodolito, ilustrado por Rita Moniz e escrito por mim, Luísa Lobão Moniz.
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Relatório do IAC/Mediação Escolar: cerca de 3600 alunos sinalizados no ano letivo de 2011/2012
Mais de 3.600 alunos de trinta agrupamentos foram sinalizados pelos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF)do IAC, no ano letivo 2011/2012, por apresentarem diversos problemas escolares e de comportamento.

A maioria dos alunos (31%) pertence ao primeiro ciclo, seguindo-se o terceiro ciclo (28%) e o segundo ciclo (27%).

A maioria (55%) dos alunos encaminhados são rapazes, o que poderá estar relacionado com "algum determinismo biológico e alguma modelação social e cultural", que os leva a exteriorizar mais facilmente a sua agressividade do que as raparigas.

Os dados indicam que foram identificadas 5.742 situações - uma média de 1,6 por aluno sinalizado -, das quais 3.304 relacionadas com problemáticas escolares e 2.438 com problemas de comportamento.

Mais de metade das situações (58%) relaciona-se com problemas escolares: desmotivação (14%), fraco aproveitamento escolar (14%), absentismo escolar (11%), dificuldades de aprendizagem (11%), retenções recorrentes (5%) e abandono escolar (3%).

Os problemas de comportamento abrangem 42% dos casos, dos quais 11% na sala de aula, 8% no pátio, 8% participações disciplinares, 6% agressividade, 5% violência verbal e 4% violência física.

"O abandono escolar apresenta-se como a problemática com menor incidência, o que poderá ser explicado pela constante intervenção junto das famílias e posterior articulação com os parceiros, nomeadamente com as comissões de proteção de crianças e jovens em perigo".

O relatório analisa a "problemática individual", a nível de "comportamentos desviantes, "exposições a situações de risco", "problemas de saúde" e ainda 21 casos de gravidez na adolescência e 32 problemas de legalização.

As situações de risco são as mais prevalentes (1.993 num total de 3.448 problemáticas assinaladas), sendo as mais relevantes a negligência escolar e a negligência afetivas (ambas com 12%).

Os "comportamentos desviantes" representaram 734 situações, num total de 3.448, destacando-se o consumo de tabaco (5%), seguido do consumo de álcool (3%) e do bullying agressor (3%).

Os problemas de saúde representam 20% das situações (728), com as perturbações do foro psicológico a terem maior peso (10%).

Mais de metade destas situações (51%) teve "acompanhamento sistemático" e 49% "acompanhamento pontual".

O relatório analisa também a situação das famílias, tendo-se verificado que "uma percentagem significativa", sobretudo a mãe, está em situação de carência socioeconómica e desemprego.

"A ausência da figura paterna é manifestamente evidente e transversal a quase todas as famílias".
CONSULTE O RELATÓRIO NA ÍNTEGRA.
 
Dicas de segurança para melhor proteger as suas crianças neste Verão!
A proteção das crianças é uma preocupação de todos e, no Verão, os perigos são acrescidos, pelo que nunca é demais lembrar algumas dicas que poderão minimizá-los. Para tal, deixamos-lhe  as Dicas de Segurança do Instituto de Apoio à Criança, em 3 vertentes: ENSINAR, PREPARAR E SUPERVISIONAR.
Consulte e faça download das Dicas de Segurança AQUI.
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IAC participa no XXII Workshop para a Sensibilização sobre a promoção de políticas intergeracionais
No dia 21 de junho, entre as 9h30 e as 17h00, realiza-se na Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento, em Lisboa, o XXII Workshop para "Sensibilização sobre a promoção de políticas intergeracionais", organizado pela PROSALIS - PROJECTO SAÚDE DE LISBOA.
Este evento conta com a presença da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, que participará na Mesa Redonda sobre " Reconhecimento da Família de Apoio a crianças, jovens e idosos /Formação dos prestadores nos cuidados a idosos".
Inscrições online através de www.prosalis.pt
Para mais informações, consulte o programa AQUI.
 
 
Agência Lusa divulga SOS CRIANÇA/IAC
A Agência Lusa divulgou que o serviço SOS Criança do Instituto de Apoio à Criança tem registado um acréscimo no número de pessoas que ligam devido a dificuldades económicas, tendo assinalado, em 2011,19 pedidos relacionados com a pobreza e 24 com a mendicidade.
"É verdade que cada vez mais pessoas estão a telefonar para o SOS Criança porque começa a sobrar-lhes mês e não sabem como gerir os recursos que têm", disse o coordenador do serviço, que falava à Lusa a propósito do 'Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância", assinalado em abril com iniciativas por todo o país.
A coordenar o serviço desde a década de 80, Manuel Coutinho contou que sempre houve crianças a "viver situações de crise e muita dificuldade".
"Desde sempre existiram crianças em que o cinto estava muito apertado e era urgente dar-lhe todas as condições: bem-estar físico, psíquico e social, mas também era importante que essas crianças não estivessem privadas de alimento", frisou.
Agora está a surgir uma situação nova: famílias que "antigamente" não eram abrangidas pela crise e começam agora a "sentir as dificuldades a baterem-lhe à porta" e, como consequência, as crianças são "privadas de algumas regalias que tinham anteriormente".
Contudo, vincou, "situações claramente de fome e de grande precariedade não estão a chegar, ainda, ao serviço SOS Criança".
Para o psicólogo, "é muito importante que as pessoas aprendam a viver com menos, mas também é muito importante que as escolas e as comunidades escolares se organizem no sentido de poder apostar num melhor serviço às suas crianças", nomeadamente na alimentação.
Desde que foi criada em 1998, a linha gratuita SOS Criança (116111) recebeu 74.500 apelos, dos quais 10.719 mereceram um "encaminhamento especial".
"Qualquer pessoa que saiba que há uma situação de perigo, de risco, uma situação de uma criança que está a ser negligenciada ou a sofrer qualquer tipo de maltrato, deve contactar o SOS Criança", apelou.
Em 2011, houve 398 casos de crianças em perigo que foram encaminhados para toda a rede social. Também foram registadas 375 situações de negligência, 221 de maus tratos físicos na família e 147 de maus tratos psicológicos na família.
 
IV Encontro do GAAF
O Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família do Agrupamento Escolar de Tramagal vai realizar o IV Encontro do GAAF, no dia 3 de maio de 2012, na Sociedade Artística Tramagalense.
O tema geral do IV Encontro é “Aposta +” e pretende-se que seja uma aposta positiva no contexto socioeconómico atual.
À semelhança dos anos anteriores o Encontro destina-se, entre outros técnicos, a psicólogos, assistentes sociais, professores, pais e encarregados de educação e a toda a comunidade em geral.
O Encontro iniciar-se-á às 9 horas com a receção aos participantes, terá alguns momentos culturais e contará com a participação dos seguintes oradores:
-Drª Cátia Peres de Matos- “Otimismo e criatividade”
-Drª Carmen Ludovino- “Violência no namoro”
-Dr. Paulo Sargento- “Só amor não basta?”
-Dr. Nuno Colaço- “Eu sei! Das crianças e dos jovens de hoje! Não sei dos de amanhã!”
Brevemente será divulgado o Programa, mas desde já poderá ser efetuada a inscrição no Encontro.
A  ficha de inscrição que deverá ser devolvida até ao dia 30 de Abril através de:
Fax:241899099
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correio:
Coordenador do GAAF do Agrupamento Escolar de Tramagal
Celso Silva
Rua 6 de Outubro, nº 3
2205-651 Tramagal
 
"Conversas com Pais" promovidas pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família do AE de Coruche

No âmbito das sessões do "Conversas com Pais" promovidas pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento de Escolas de Coruche, realiza-se uma sessão de esclarecimento sobre “Bullying” com a Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança,no dia 20 de Março às 18.00 horas, na Escola Secundária de Coruche.

A participação nas sessões é gratuita, mas requer inscrição prévia.

PROGRAMA e FICHA DE INSCRIÇÃO

 

 
Lançamento do livro "Menino como eu"

Luísa Lobão Moniz, professora do ensino básico e mestre em Educação Intercultural, escreveu um livro para crianças intitulado “MENINO COMO EU” que Rita Moniz, designer, ilustrou. É editado pela Teodolito.

O título do livro é uma frase dita por uma menina de 8 anos, em 1989, a propósito do seu sofrimento enquanto criança. O menino como eu era um menino maltratado…

Enquanto professora, Luísa Moniz, contactou de perto com crianças e famílias em risco e foi trabalhando com instituições vocacionadas para as apoiar, tendo uma especial admiração pelo IAC (Instituto de Apoio à Criança) e pelo SOS Criança.

Quis os imprevistos da vida que fosse destacada, o ano passado, para o SOS Criança.

Pela sua experiência profissional, aliada à nova experiência no SOS Criança, considerou, juntamente com todos os elementos da equipa, que era urgente dotar as crianças de algum conhecimento sobre a existência de um serviço que as pode orientar antes que o risco aconteça.

O SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança, é já um direito da criança e um dever de todos nós.

Este livro é um gesto de solidariedade com todas as crianças em risco, a receita da venda de “Menino como eu” vai na íntegra para o SOS Criança.

Estão todos convidados para a apresentação do livro que se realiza no dia 17 de Novembro na FNAC do Colombo, às 18,30.

Traga um amigo também, pois todos somos poucos para tão grande causa.

 

CONVITE

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Viarco divulga Linha 116 111 do SOS Criança

A Lápis Viarco, marca de lápis de cor de referência em Portugal, solidarizou-se com a necessidade de divulgação da Linha 116 111 do SOS Criança.Assim, não só se disponibilizou a colocar o logótipo SOS Criança e o número 116 111 nas futuras caixas de lápis de cor, como ainda, antecipando-se a essa iniciativa, colocou no seu site o referido logótipo e número .

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HOAX de Crianças Desaparecidas

Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal) a histórias falsas recebidas por e-mail, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos vírus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.

Continuar...
 
Revista Terra do Nunca continua a divulgar Linha 116 111

A Linha de Apoio à Criança 116 111  do IAC continua a ser divulgada através de pequenos cartões impressos na revista Terra do Nunca, um suplemento da revista Notícias Magazine do Diário de Notícias.

 

 

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Revista Visão Júnior divulga Linha SOS 116 111

A revista Visão Júnior aderiu à iniciativa de divulgação da Linha SOS Criança, publicando o número 116111 na revista de Junho e aconselhando os jovens a ligarem em caso de necessitarem de ajuda e não souberem com quem falar.

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Divulgação da Linha de Apoio à Criança 116111

 O sector do SOS Criança do Instituto de Apoio à Criança tem vindo a desenvolver uma ampla divulgação da Linha de Apoio à Criança 116 111 junto das crianças e dos jovens.

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Linha SOS Criança divulgada na contracapa de todas as edições infantis da Editora Gatafunho

 

 

Um escritor e ilustrador alemão, uma editora portuguesa, um ursinho que reconhece a amizade como o melhor bem que tem, juntos pela divulgação da Linha telefónica 116111 do SOS Criança do Instituto de Apoio à Criança.

                   EU de Philip Waechter

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Mediação Escolar comemora Dia Internacional da Família

O Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento Escolar de S. João da Talha vai realizar um evento de comemoração do  Dia Internacional da Família (15 de Maio) no dia 14 de Maio. Sendo uma prioridade da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança a intervenção junto das famílias, o GAAF não poderia deixar de realçar este dia, promovendo diversas actividades em colaboração com o Departamento de Educação Física, Expressões e Educação Especial do agrupamento e contando ainda com o apoio da Junta de Freguesia e do Clube de Pais.

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Actividades promovidas pelo IAC no âmbito da Mediação Escolar

 

O Instituto de Apoio à Criança vai realizar um conjunto de acções destinadas a alunos e encarregados de educação, no âmbito da Mediação Escolar e coordenadas pela Dra. Melanie Tavares, de acordo com a seguinte descrição:

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Encontro de Técnicos de GAAF subordinado ao tema "Janela Lúdica: Estratégias de intervenção em contexto pátio"

No dia 3 de Maio de 2011, realiza-se a 2ª sessão do Encontro de Técnicos de GAAF, na Escola EB 2,3 Dr. Armando Lizardo e na Escola Secundária de Coruche, das10h00 às 17h00 (6 horas). Este Encontro insere-se no Projecto TEIP: “RUMOS DE MUDANÇA” - Acção n.º 11 - Mediação Escolar / GAAF do Agrupamento de Escolas de Coruche e é organizado em articulação com o SOS-Criança / Mediação Escolar do IAC (Instituto de Apoio à Criança) e a Câmara Municipal de Coruche (CMC).Com o tema Janela Lúdica: Estratégias de intervenção em contexto pátio, o Encontro é dirigido a todos os Coordenadores e Técnicos de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família – GAAF e outros responsáveis e técnicos de estruturas similares.

PROGRAMA

FICHA DE INSCRIÇÂO

 

 

 

 

 
Raptar o próprio filho é um cenário cada vez mais comum em Portugal

Nos cem apelos recebidos pelo Instituto de Apoio à Criança em 2010, fugas e raptos parentais foram os casos mais comuns. A ausência de fronteiras nos espaço Schengen facilitou os raptos.

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Luta Anti-Desaparecimento na União Europeia

O Instituto de Apoio à Criança foi convidado pelo Ministério da Justiça Francês a assistir à conferência de encerramento do Projecto LADS.eu (JLS/2008/RAMC)

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A NOVA PROPOSTA DE DIRECTIVA PARA COMBATER O ABUSO, A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E A PORNOGRAFIA INFANTIL

 

A Missing Children Europe juntou-se à ECPAT, ENACSO, NSPCC e à Save the Children na defesa e promoção da ideia de que a nova proposta de directiva europeia constitui uma importante oportunidade para melhorar a legislação comunitária em vigor, bem como da cooperação transfronteiriça para proteger as Crianças do abuso sexual, exploração sexual e imagens de abuso infantil.

Nesta nova directiva, o executivo comunitário pretende abranger na legislação, que substituirá a adoptada em 2004, “novas formas de abuso, como o aliciamento, ou seja, atrair crianças através da Internet e abusar delas, a visualização de pornografia infantil sem descarregamento de ficheiros ou obrigar crianças a adoptar poses sexuais em frente de ‘webcams’”.

Por outro lado, pela primeira vez os “turistas sexuais” poderão ser perseguidos pela Justiça quando regressarem ao país de origem, mesmo que os abusos sejam praticados fora da União Europeia, uma vez que Bruxelas pretende incluir acção penal relativa a comportamentos como o “aliciamento de crianças com fins sexuais” e o turismo sexual.

As novas propostas contra a pedofilia prevêem ainda que as crianças vítimas de abuso e/ou exploração sexual “sejam protegidas contra os traumas adicionais resultantes das audições com as autoridades policiais e judiciais ou da exposição pública no tribunal e serão assistidas gratuitamente por um advogado” ou seja, evitando o efeito da “dupla vitimização”.

Simultaneamente, os agressores também são alvo de maior atenção, porquanto a directiva prevê que nacionalmente os autores destes crimes sejam avaliados individualmente e tenham acesso a programas de tratamento adaptados para evitar a reincidência.

Também as fronteiras são esbatidas nesta proposta, pois a proibição de exercer actividades que impliquem o contacto com crianças, imposta aos infractores, passa a ser aplicável não só no país em que foram condenados, mas em toda a União (recorde-se que Portugal integrou esta precaução na Lei 13/2009 indo ao encontro de preocupações oportunamente manifestadas pelo IAC junto do Ministro da Justiça).

No seu artigo 21º, a directiva prevê que os Estados-membros serão obrigados a assegurar a possibilidade de bloquear o acesso a sites com imagens de pornografia infantil. Talvez por isso, este é o artigo que mais polémica tem levantado nas diversas discussões.

Contudo, a proposta deixa aos Estados-membros a liberdade de decidirem exactamente como o farão, devendo, no entanto, aplicar-se sempre determinadas garantias jurídicas.

Com o novo Tratado de Lisboa, a proposta de directiva será debatida no Parlamento Europeu e no Conselho de Ministros da União e, depois de aprovada, será transposta para as legislações nacionais.

Segundo dados do executivo comunitário, entre 10 e 20 por cento das crianças na Europa sofrem alguma forma de abuso sexual na sua infância. O número de sites de pornografia infantil está a aumentar, entrando diariamente em circulação cerca de 200 novas imagens de pornografia infantil. Lamentavelmente, constata-se que as vítimas que aparecem nestes sites são cada vez mais jovens, enquanto as imagens se estão a tornar cada vez mais explícitas e violentas.

Assim, a Missing Children Europe, os seus membros e parceiros exortam o Parlamento Europeu e os Estados-Membros a considerarem as obrigações da UE em prol da defesa dos direitos das Crianças, através da adopção de legislação que as possam proteger eficazmente. O Presidente da MCE, Sir Francis Jacobs, foi convidado a apresentar a visão da MCE na audição pública  organizada pela Comissão LIBE no Parlamento Europeu em 28 e 29 de Setembro.

O IAC, enquanto membro da MCE e da eNACSO, teve oportunidade de se debruçar sobre este tema a ver as suas preocupações expressa no documento conjunto elaborado e entregue à Comissária Cecila Malmstrong que integra a equipa que lidera este projecto.

Mais informações sobre a Audição

http://www.europarl.europa.eu/activities/committees/events.do?page=8&product=CHE&language=EN&body=

Directiva PDF aqui:

http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=COM:2010:0094:FIN:PT:PDF

 

 

 
SOS Criança faz 22 anos

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2ª Reunião Sistema Europeu Automatizado de Alerta Rapto de Crianças

Roma Outubro 4-6, 2010

Em Outubro de 2010, teve lugar em Roma a apresentação e formação do recém-desenvolvido sistema europeu automatizado de alerta rapto para Crianças (ECAAS), com a participação dos quatro parceiros do projecto: O Sorriso da Criança - Grécia, Instituto de Apoio à Criança - Portugal, Telefono Azzuro - Itália, e Polícia Cipriota).

O projecto coordenado pela ONG grega"O Sorriso da Criança" em colaboração com o IAC é financiado pela CE, Direcção-Geral da Justiça, Liberdade e Segurança. Tendo por objectivo desenvolver uma ferramenta para simplificar e automatizar o dispositivo de transmissão de emergência em caso de Rapto de uma Criança, este novo aplicativo “Web-based” foi desenvolvido com base no Sistema grego “Amber Alert”, em funcionamento desde 2007, e poderá ser usado em qualquer país europeu, mediante  ajustamento.

Como o crescente número de crianças que são transportadas através das fronteiras nacionais no interior do espaço europeu, a cooperação entre Estados-Membros é crucial para o sucesso na procura de crianças dadas como desaparecidas. Este sistema automatizado vai permitir a aplicação da lei nos países parceiros e a rápida informação ao público nacional. Igualmente significativo, os países parceiros - Chipre, Grécia, Itália e Portugal - serão capazes de se comunicar entre si  para accionar o alerta nos casos em que há informações de que a Criança tenha sido levada para outro país.

Na sequência desta reunião de trabalho realizada em Roma, prevê-se a realização de um teste piloto em cada um dos países parceiros neste projecto. O resultado deste teste  será comunicado, permitindo o ajustamento da aplicação informática do dispositivo mediante as necessidades de cada país. Segue-se uma avaliação global com base nos resultados nacionais e a compilação destes permitirá a elaboração de recomendações para novas acções, com o objectivo a longo prazo de expandir o ECAAS  a outros Estados membros em toda a Europa.

A data de lançamento oficial do dispositivo automatizado é de Janeiro de 2011.

Recorde-se que em Portugal o dispositivo de Alerta Rapto de Crianças, criado a 29 de Junho de 2009, é da exclusiva responsabilidade da Policia Judiciária, sob decisão do PGR, pelo que o Ministério da Justiça destacou um perito para acompanhar o IAC neste exigente processo.

"Se o ECAAS  nos puder  ajudar a recuperar nem que seja apenas  mais uma Criança, então o projecto é um sucesso".

Costas Yannopoulos, Presidente "O Sorriso da Criança"  Grécia



The Smile of the Child www.hamogelo.gr, Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar , Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

SOS Telefono Azzuro www.azzuro.it , Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Instituto de Apoio à Criança www.iacrianca.pt , Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Cypriot Police www.police.gov.cy , Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar



[1] European Child Automated Alert System

 
IAC recebe primeira reunião do Sistema Europeu Automatizado de Alerta Rapto
Em Janeiro de 2010, a Smile of the Child (Grécia), em parceria com o IAC (Portugal), Telefono Azzurro (Itália) e da Polícia Cipriota começou a trabalhar na criação de um Sistema Europeu Automatizado de Alerta Rapto de Crianças (ECAAS: European Child Alert Automated System)

Este projecto recebeu o apoio financeiro da Comissão Europeia no âmbito do Programa Daphne e propõe-se simplificar e automatizar os sistemas de Alerta Rapto de Crianças, contribuindo para uma ágil comunicação entre parceiros e forças de segurança e judiciárias bem como, numa Europa cada vez mais livre à circulação de bens e pessoas, trabalhar de forma eficaz e rápida os casos de raptos transfronteiriços.

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IAC recebido pela Rainha Belga

No dia 25 de Março, integrado na Assembleia-Geral da Missing Children Europe (MCE), Federação Europeia das Crianças Desaparecidas, o IAC foi recebido no Palácio Real Belga, em Laken, pela Rainha Paola.

Presidente Honorária e visita assídua da nossa congénere Belga, Child Focus, a Rainha Paola abre frequentemente as portas do Palácio Real para acolher diversas reuniões de trabalho.

Foi o caso em 2004, quando recebeu todo o comité honorário do ICMEC (International Center for Missing and Exploited Children) numa sessão de trabalho, aberta aos jornalistas, sobre o combate ao fenómeno do desaparecimento de Crianças, onde o IAC participou na sua qualidade de membro da MCE.

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Missing Children Europe solicita a total operacionalização do 116 000

O número único europeu para Crianças Desaparecidas, o 116 000 é uma ferramenta muito útil para a comunicação de desaparecimentos de Crianças.

Contudo, este número, gratuito em Portugal através do Instituto de Apoio à Criança e da Portugal Telecom, permanece indisponível em muitos Estados-Membros, apesar da eficácia já espelhada nas inúmeras situações de crianças desaparecidas regressadas em segurança a casa.

"A Europa está a abolir as fronteiras internas para criar um mundo melhor para as suas Crianças. Mas isso também cria novos riscos. Não podemos deixar que as Crianças desaparecidas continuem incomunicáveis", disse Sir Francis Jacobs, KCMG, QC, presidente da Missing Children Europe.

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Conectando Crianças * em Portugal

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A 17 de Maio de 2010, o Dia Internacional das Telecomunicações, as linhas SOS Criança de todo o mundo reunidas na Child Helpline Internacional1 celebram o Dia Internacional das Linhas de Apoio à Criança.

Este ano o foco do 17 de Maio será de destacar o trabalho da Linha SOS Criança em Portugal.

Criada em 22 de Novembro de 1988, a Linha SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança foi a segunda linha deste género a ser criada na Europa, seguindo o exemplo Francês. Desde a sua criação, deu resposta a mais de 68 600 chamadas a nível nacional, e em 2009 actualizou o seu número para o número único europeu 116 111 *, permitindo chamadas gratuitas para todos os operadores móveis e fixos, graças ao apoio da PT Telecom.

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Sociedade Civil
No programa da RTP2 ”Sociedade Civil “de 17 de Maio, (segunda-feira), que aborda o tema "O que faz o seu filho na internet?", estará presente a Dra. Alexandra Simões, coordenadora da Linha Crianças Desaparecidas do Instituto de Apoio à Criança.

Sabe quem são os amigos dos seus filhos? Por onde andam durante o dia? Com quem falam na internet? Quem são os amigos no hi5? E nas restantes redes sociais?

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Projecto ECCAS: Sistema Europeu Automatizado Alerta Rapto de Crianças

LANÇAMENTO DO PROJECTO ECAAS EM LISBOA

Sistema Automatizado Europeu de Alerta Rapto de Crianças (ECAAS) lançado em Lisboa, com reunião entre os parceiros

Milhares de crianças desaparecem em todo o mundo a cada dia e o tempo é um factor crítico para as encontrar e as fazer regressar em segurança.

Para combater o desaparecimento de Crianças, vários países da Europa têm vindo a implementar sistemas nacionais de alerta rapto destinados à Criança.

Estes sistemas baseiam a sua eficácia num dispositivo de transmissão de emergência que notifica o público quando uma criança desaparece e apela à participação da sociedade civil, através do seu testemunho.

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